Estudantes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), montaram, nesta semana, um acampamento em solidariedade ao povo palestino e pelo fim do genocídio na Faixa de Gaza.

A exemplo do que acontece em instituições superiores de diversas partes do mundo, o protesto é contra as mortes de civis palestinos, que já ultrapassam 35 mil, segundo as autoridades palestinas, além de pedir cessar-fogo por parte de Israel.

Mais recentemente, na Universidade de São Paulo (USP), estudantes também montaram acampamento em solidariedade aos palestinos no pátio da faculdade de História e Geografia.

Assim como os estudantes da USP, o movimento na Unicamp também pede o fim das parcerias acadêmicas e econômicas entre a Unicamp e universidades israelenses como uma forma de pressionar o Estado de Israel.

Procurada, a Unicamp não se manifestou a respeito.

A mobilização se dá na mesma semana em que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu teve mandado de prisão solicitado pela promotoria do Tribunal Penal Internacional de Haia. Além disso, houve ainda movimento diplomático por parte da Noruega, Irlanda e Espanha, que reconheceram oficialmente o estado da Palestina

O governo de Israel mantém planos de incursão militar em Rafah, onde se encontram mais de 1 milhão de refugiados da Faixa de Gaza. Em pronunciamento oficial, Netanyahu afirmou que o reconhecimento do estado palestino por parte desses países europeus é “um prêmio ao terrorismo” e retirou os embaixadores da Noruega e Irlanda.

Agência Brasil

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